domingo, 29 de abril de 2012

Tempo, tempo, tempo, tempo

Um dia eu escrevi e não quis mostrar pra ninguém. Outro dia eu preferi que lessem. Alguém um dia me convenceu de que eu escrevia bem, não sei quem foi a doida, ou doido, mas depois que comecei, não quis mais parar... hoje escrevo por nada, como agora, só pra não sumir. Eu não quero sumir. Mas ai eu percebi que não dá pra escrever por nada, e hoje eu escrevo por saudade. Saudade de escrever, de chamar de meu cantinho, de me sentir no lugar certo, desatinando...enfim. Eu sei, cada vez mais, que não preciso escrever linearmente, não preciso de nada mais do que meus sentidos, misturados, tanto faz. Só preciso deixar ir, deixar sair...se vier torrente, ótimo (ou não!), se não, tudo bem. Eu entendo que há tempo, e tempo, e tempo. 

Eu *-*