sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Não vejo graça na tua ausência

Ah, como eu queria o abrigo dos teus braços me rodeando! Ah, como é penoso o que a vida faz para separar a gente, como agora, sei lá que força suprema te mantém ai, e me mantém aqui, querendo você, mas não tendo. Porque mesmo que você diga: sou seu, onde você está agora? Não sei, e é disso que estou falando. Porque não faz sentido isso, você ai, sei lá onde, e eu aqui, te querendo tanto tanto, e não vendo graça da tua ausência, porque, embora a saudade me mova a escrever, e nunca mais tinha escrito tanto como nesses últimos dias, porque o que me move é escrever sobre e para você, porque é de você que eu realmente sinto falta, fazer o que? Não há porque mentir, e nem fingir que nem quero.  Sei lá... só sei que cá estou, sozinha, esperando uma luz no túnel que, não sei se está no meio, ou no fim.